02-12-2011-Fátima Bernardes e Patrícia Poeta comentam as mudanças no JN.

Renata Ceribelli falou sobre como será apresentar o Fantástico.
Anúncio foi feito na manhã desta quinta-feira (1), no Rio.

Do G1, no Rio

As jornalistas Fátima Bernardes, Patrícia Poeta e Renata Ceribelli, ao lado do editor-chefe e apresentador do Jornal Nacional, William Bonner, e do diretor geral de Jornalismo e Esporte da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, apresentaram na manhã desta quinta-feira (1), no Rio, novidades na programação da emissora. Após quase 14 anos, Fátima Bernardes deixará o JN para, segundo suas próprias palavras, realizar um novo sonho: fazer um programa que já tem seu formato definido e que entrará na grade da TV Globo em 2012. Sua substituta no telejornal será Patrícia Poeta, que está no Fantástico há quase cinco anos. No lugar de Patrícia, assumirá a jornalista Renata Ceribelli, que já apresenta ocasionalmente o Fantástico.

Fátima apresentará o JN até segunda-feira (5), quando haverá uma edição especial. Após a apresentação das notícias do dia, Patrícia Poeta será chamada à bancada por Fátima e Bonner. Na edição especial, serão exibidos vídeos sobre a carreira das duas jornalistas. A partir de terça (6), Patrícia Poeta assume a bancada ao lado de Bonner.

"Era um sonho antigo", disse Fátima sobre o novo programa que vai comandar, durante a entrevista desta manhã, realizada em um hotel na Zona Sul do Rio. O projeto está sendo mantido sob sigilo e, segundo ela, não é parecido com nenhum outro que está no ar. "Eu pensava: será que um dia eu vou conseguir encaixar um novo programa na grade da TV Globo? Então essa ideia virou um desejo enorme. A partir de terça, vou mergulhar nesse programa. Era um sonho antigo. Estou com o coração leve e feliz", declarou Fátima

(veja a trajetória de Fátima Bernardes).

Jornalista começou com reportagens locais, no Rio.
Aos 49 anos, ela comandará novo programa.

Ainda pequena, Fátima decidiu: queria ser jornalista ou bailarina. Estudou balé por 17 anos, chegou a dar aula para crianças, mas percebeu que não seria sua profissão e decidiu abraçar a notícia.

Carioca, filha de um sub-oficial da Aeronáutica e de uma dona-de-casa, formou-se na Escola de Comunicação da UFRJ. “Eu vim de uma família muito simples, sem formação universitária, onde eu fui a primeira pessoa a ter essa formação", contou ao Memória Globo.

Fátima começou a trabalhar como jornalista no jornal de bairros de "O Globo", em 1985. No ano seguinte, frequentou o curso de telejornalismo na TV Globo, no Rio, e foi chamada para um trabalho temporário na emissora. Contratada em março de 1987, a jovem de cabelos volumosos fazia reportagens locais e foi escalada para apresentar o RJTV 3º edição, que, na época, era exibido após o Jornal da Globo.

Aos poucos, Fátima Bernardes começou a fazer reportagens para os telejornais transmitidos para todo o país. Era o início de um longo e carinhoso relacionamento com milhões de brasileiros.

Em fevereiro de 1988, durante uma enchente no Rio de Janeiro, a jornalista fez sua primeira entrada ao vivo no Jornal Nacional. Testemunhou o caso de uma mãe, presa na chuva, quando ia para o casamento da filha. “Sempre adorei trabalhar ao vivo. Desde que descobri, no curso, que se eu falasse sem ter que decorar falaria normalmente, eu me tranquilizei”, disse ao Memória Globo.

Com vocação para reportagem de rua, um jeito simples e direto de contar a notícia, Fátima começou a cobrir todos os assuntos: o naufrágio do Bateau Mouche, no Rio, rebeliões, sequestro, greves, carnaval, passando a contribuir para vários telejornais.

Em 1989, a jornalista foi convidada para apresentar o Jornal da Globo, ao lado de Eliakim Araújo – substituído pouco depois por William Bonner, com quem Fátima viria a se casar. De 1991 para 1992, cortou os cabelos – e passou a ter aparência acompanhada de perto por todas as mulheres do Brasil. Na virada do ano, encantou o público,sapateando na campanha de fim de ano da TV Globo. Era o “Tente, invente, faça um 92 diferente”.

E o novo ano acabou sendo importante para a carreira da repórter: cobriu a Rio 92, conferência da ONU sobre meio ambiente, realizada no Brasil, e as Olimpíadas de Barcelona, quando acompanhou a medalha de prata do nadador Gustavo Borges e o ouro da seleção masculina de vôlei. Também enfrentou e mostrou os danos do furacão Andrew, no sudeste dos Estados Unidos. A participação de destaque em grandes coberturas se repetiria com frequência na vida da jornalista.

No finzinho de 1992, Fátima foi convidada a apresentar o Fantástico, onde ficou até 1995. Nesse período, fez entrevistas com políticos e artistas, como Fernando Henrique Cardoso, Xuxa e Roberto Carlos, e muitas reportagens especiais. Era "a Fátima do Fantástico", que aparecia em até seis lugares,com roupas diferentes, numa mesma reportagem. Em 1994, narrou o desfile das escolas de samba do Rio de Janeiro e acompanhou de perto a conquista do tetracampeonato mundial da seleção de futebol. Era "a Fátima pé-quente”.

Dois anos depois, assumiu o cargo de editora-chefe do Jornal Hoje. Levou comentaristas para o jornal, como Miriam Leitão (economia) e Regina Martelli (moda).

Em 1997, retornou ao horário nobre: uma rápida passagem pelo Fantástico, quando ficou grávida dos trigêmeos. A gravidez foi acompanhada pelos telespectadores. Em 21 de outubro daquele ano, nasciam Laura, Beatriz e Vinícius. Fátima ficou sete meses fora do ar.

Na volta, apresentou três edições do Fantástico até que, em março de 1998, chegou à bancada do Jornal Nacional, no lugar de Lilian Witte Fibe, ao lado de William Bonner. Como editora-executiva do JN, apresentadora e repórter, acompanhou de perto fatos marcantes.

Na cobertura da copa do mundo, em 2002, apresentou o Jornal Nacional ao vivo da Coreia do Sul e do Japão, longe do estúdio – na porta de hotéis, de ônibus, até de aeroporto. Uma inovação homenageada pelos próprios jogadores, que a elegeram “musa da seleção”.

No mesmo ano, na cobertura das eleições, um fato inédito: entrevistou no estúdio, com William Bonner, os principais candidatos à presidência do Brasil – era a primeira vez que um telejornal brasileiro entrevistava ao vivo , na bancada, os candidatos; antes, as entrevistas eram feitas, pelas emissoras, em programas especiais, em horários mais tardios. Entrevistas assim também seriam feitas por Fátima e Bonner nas eleições de 2006 e 2010.

No ano de 2004, uma participação especial no Globo Repórter: uma entrevista com Dona Neyde Senna da Silva, mãe de Ayrton Senna.

Em 24 anos de TV Globo, Fátima Bernardes cobriu eleições nos Estados Unidos e no Brasil, visitas de papas. Entrevistou atletas, artistas, políticos, gente do povo. Fátima viu de perto alegrias e tragédias. Levou aos brasileiros os depoimentos emocionantes da mãe do menino João Hélio, no Rio; da menina Laura Beatriz, em Niterói. Agora, aos 49 anos, pretende seguir novo rumo.

Patrícia Poeta disse que levou um "susto" ao receber o convite para apresentar o Jornal Nacional. "Depois que o convite foi feito, que o susto passou e que a ficha caiu, fiquei muito feliz. Vou sentar naquela cadeira, que foi ocupada 14 anos pela jornalista mais querida do Brasil. Estou muito animada. Vou caprichar para fazer um bom jornal", declarou (veja a trajetória de Patrícia Poeta).

Jornalista começou a carreira em seu estado, o Rio Grande do sul.
Aos 35 anos, ela será a nova apresentadora do Jornal Nacional.

Em uma noite de novembro de 2000, a previsão do tempo no Jornal Nacional foi apresentada por uma jornalista de 24 anos, gaúcha, que dividia com Chico Pinheiro o comando do telejornal local em São Paulo, o SPTV. Foi a primeira participação de Patrícia Poeta no telejornal que, 11 anos depois, passa a tê-la na bancada, ao lado de William Bonner.

Hoje com 35 anos, um filho, uma passagem de quatro anos pela Globo em Nova York e uma bagagem de quase cinco anos no Fantástico, Patrícia assumirá um dos postos mais importantes do jornalismo brasileiro. "O desafio é encontrar a melhor forma de adaptar o estilo pessoal às necessidades e características do Jornal Nacional. Eu estou em um programa de variedades, uma revista. O Jornal Nacional é noticiário do dia, mais objetivo e direto", disse.

Sua carreira começou no Rio Grande do Sul, o estado natal. Formada em jornalismo pela PUC-RS, Patrícia atuou um ano como repórter e apresentadora na TV Bandeirantes de Porto Alegre.

Em 2000, a jornalista bateu às portas da TV Globo paulista com uma fita debaixo do braço. Mostrou seu trabalho e, um mês depois, assumia o posto de apresentadora da previsão do tempo. Nos dois anos seguintes, passou pela bancada do SPTV 2ª edição e fez reportagens. Uma das mais importantes foi em 2002: uma série sobre os dez anos do massacre do Carandiru.

Aos sábados, apresentava o Jornal Hoje.

Em 2003, transferiu-se para Nova York e iniciou o trabalho de correspondente em telejornais da Rede Globo e em programas da Globo Internacional. A jornalista abordou assuntos ligados à política norte-americana pós-11 de Setembro, mostrou postos de alistamento para a Guerra do Iraque e consequências dos ataques ao World Trade Center, como os bebês abaixo do peso de mulheres que tiveram contato com a poeira dos prédios derrubados por terroristas.

Ficou no país até 2007. Relatou o apagão de 2003 em Nova York, cobriu o Oscar e entrevistou brasileiros em evidência nos Estados Unidos, como o cientista Miguel Nicolelis, sobre o uso da força da mente para movimentar um braço mecânico.

Nesse período como correspondente internacional, fez entrevistas com cantores, atores e diretores de cinema para o Fantástico. Na lista, estão Steven Spielberg, Tom Hanks, Leonardo Di Caprio, Ben Affleck, Julia Roberts, Cate Blanchet, Meg Ryan, Tom Cruise, Mick Jagger e Sting. Aproveitou também a passagem pela cidade para fazer pós-graduação em cinema na Universidade de Nova York, a NYU.

Na Copa do Mundo de 2006, entrevistou o tenor Plácido Domingo.

Na volta ao Brasil em 2007, tornou-se repórter do Fantástico. Fez reportagens de comportamento e entrevistou artistas, como Rodrigo Santoro.

Em janeiro de 2008, assumiu como apresentadora titular do programa, ao lado de Zeca Camargo e Tadeu Schmidt.

Mesmo na nova função, ela não deixou o trabalho de repórter. Em novembro de 2008, foi a Santa Catarina e mostrou as consequências das fortes chuvas que devastaram parte do estado.

E fez muitas entrevistas. Conversou com um engenheiro da Eletrobrás atacado por Índios, falou com o jogador Ronaldo sobre a polêmica com travestis, ouviu Bruno Senna no início da carreira e Neymar, sobre o filho.

Na lista de artistas entrevistados, estão Tom Cruise, Reynaldo Gianecchini, sobre o câncer recém-descoberto, e Roberto Carlos, que chorou ao falar de Erasmo Carlos.

Em março de 2009, teve uma conversa marcante com Ana Carolina Oliveira sobre a morte da filha, Isabella Nardoni, um ano antes.

Em setembro deste ano, entrevistou Dilma Rousseff nos palácios da Alvorada, onde a presidente mora, e do Planalto, onde trabalha.

"Confiança é a base de uma boa entrevista. Se a pessoa que está na sua frente não confiar em você, a entrevista não vai a lugar nenhum. Todo o resto depende disso", diz.

Neste ano, Patrícia deu uma notícia histórica. Ao lado de Zeca Camargo, logo após o fim do Fantástico do primeiro domingo de maio, ela informou a morte de Bin Laden, o terrorista mais procurado do planeta.

A jornalista Renata Ceribelli fez questão de parabenizar e desejar sucesso às colegas antes de comentar seu próprio desafio. "Estou muito feliz pelo convite. Por mais que eu tenha sido uma apresentadora eventual nesses 12 anos, na hora em que você assume o posto oficial de apresentadora é claro que tem um peso e um gostinho muito especial", disse. "É um desafio maravilhoso e eu estou superfeliz. Esse desafio é bacana porque é muito a cara do Fantástico. É um programa que se renova e se recria. Apresenta novidades para quem assiste e quem trabalha nele. Estou muito feliz e pronta para encarar mais esse desafio" (veja a trajetória de Renata Ceribelli).

Jornalista está no Fantástico desde 1999.
Aos 46 anos, paulista será a nova apresentadora do programa.

Os brasileiros viram Renata Ceribelli no Fantástico pela primeira vez em 1988. Ela era uma repórter em início de carreira na EPTV, afiliada da Globo na região de Campinas, e foi escalada para cobrir o Salão de Humor de Piracicaba. Fez uma reportagem para o jornal local e, como de costume, as imagens foram enviadas para a redação do Fantástico, no Rio. "Normalmente, o apresentador lia a nota, e o repórter que tinha feito lá no interior não aparecia. Para minha surpresa, enviaram aqui para o Fantástico, e a matéria foi ao ar com a minha voz e comigo aparecendo. Ou seja, eu não consegui avisar ninguém. Nem a minha mãe!", relembrou a jornalista em entrevista ao Vídeo Show no ano passado.

Renata, hoje com 46 anos, foi repórter de assuntos gerais em telejornais diários, cobriu assuntos de entretenimento e de comportamento, fez entrevistas importantes e apresentou quadros e programas. Está no Fantástico desde 1999, onde vinha atuando como repórter e apresentadora eventual. Agora será a apresentadora titular. Que qualidades ela acha que a levaram à nova função? "Acho que o fato de eu já ter experiência em várias 'frentes' do programa. Sou repórter, editora e entrevistadora. Assumir o posto de apresentadora oficial exige uma visão e uma participação maior em todas as etapas do programa.Talvez essa minha longa vivência do programa tenha influenciado na escolha."

A trajetória profissional de Renata começou em 1985. A paulista de São José do Rio Preto se formou na PUC de Campinas e começou a trabalhar no setor que os jornalistas chamam de "escuta" – onde colhia informações das rádios que poderiam entrar no cardápio dos telejornais.

Em 1986, apareceu pela primeira vez no vídeo. A TV de Campinas tinha um programa pronto sobre a passagem do Halley, mas o apresentador escalado não pôde ir. Renata entrou em seu lugar e, depois da estreia inesperada no vídeo, ela passou a fazer reportagens.

Ganhou o Prêmio Vladimir Herzog por uma reportagem sobre um abrigo para deficientes mentais. E recebeu menção honrosa por outra, sobre o cotidiano de meninos de rua viciados em cheirar cola.

A jornalista passou dois anos no SBT e, no início dos anos 90, passou a apresentar o programa "Vitrine", da TV Cultura, em São Paulo. Ela substituiu Leonor Corrêa, irmã do apresentador Fausto Silva.

A boa performance no "Vitrine" a levou à TV Globo em 1993, como repórter do Vídeo Show. Foram seis anos de reportagens e entrevistas com os artistas mais disputados. Renata também apresentou o Você Decide, uma primeira experiência na linha interativa. Na apresentação do Carnaval de São Paulo, foram cinco anos.

No início de 1999, entrou para a equipe do Fantástico, em São Paulo.

Logo no começo, fez uma entrevista marcante. A mãe do pagodeiro Salgadinho, vocalista do grupo Katinguelê, tinha sido sequestrada. Os criminosos ficaram curiosos com as chamadas na programação. E, num momento de distração deles, durante a exibição da reportagem, a mãe do pagodeiro fugiu.

No Fantástico, entrevistou celebridades: Ronaldo e a modelo Daniela Cicarelli, antes do casamento; Luciano Huck e Angélica, pais de primeira viagem, anunciando a gravidez; a estrela pop Ricky Martin; e a primeira entrevista da transsexual brasileira, Lea T.

Fez reportagens no exterior e sempre buscou entrevistas exclusivas. Conversou com Adriana Almeida, viúva de um milionário da megasena. Depois da entrevista, Adriana foi presa acusada de mandar matar o marido. Renata falou também com o cantor Marrone depois de um acidente de helicóptero no interior de São Paulo.

A jornalista colheu um depoimento revelador no caso da menina Eloá – assassinada pelo ex-namorado Lindemberg, em Santo André (SP). A jovem Nayara, amiga da vítima, confirmou que não houve tiro no apartamento de antes da invasão da polícia.

No Fantástico, Renata participou de quadros de sucesso. Em parceria com a consultora de estilo Gloria Kalil, fez o "Etiqueta urbana". Comandou também o "Que família é essa" e "Liga das mulheres". O mais recente foi o "Medida certa", ao lado de Zeca Camargo. "Fiquei surpreendida com o sucesso do Medida Certa sim", afirma. Segundo ela, foram muitas as lições aprendidas no programa. "Uma das principais veio do contato mais próximo com o público: ficou provado para mim que a espontaneidade diante da câmera realmente resulta em uma maior 'intimidade' com quem está do outro lado. Depois do Medida certa penso sempre nisso nas minhas reportagens. E agora também vou 'exercitar' uma maior espontaneidade na apresentação", disse.

O PROJETO
De acordo com Carlos Henrique Schroder, Fátima o procurou para falar do novo projeto pela primeira vez há quatro anos. "Em 2009, ela foi mais incisiva: 'Vamos marcar uma data?' Em 2010 foi fácil mantê-la conosco, porque foi ano de Copa do Mundo e de eleições. Mas em abril deste ano ela me apresentou ideias mais concretas. E percebemos que não seria mais possível ela se dividir fazendo as duas coisas", disse Schroder, lembrando que a jornalista já havia deixado de apresentar o Globo Notícia.

"Quando a gente percebeu que a coisa era séria, evidentemente começamos a pensar sobre substituição. O que me deixou satisfeito foi que vimos que tínhamos várias possibilidades dentro da Globo. E o nome de Patrícia Poeta surgiu como um consenso dentro do jornalismo."

Sobre a substituição no Fantástico, Schroder disse que foi algo "natural". "Renata era a candidata natural. Não só por estar no programa, mas pelas qualidades e a história de sucesso que ela tem", disse o diretor.

William Bonner se disse "emocionado" com as mudanças. "É um momento especial para o telejornalismo da TV Globo, para o telejornalismo brasileiro. Estou muito emocionado, porque não é a toda hora que isso acontece". Ele falou ainda sobre como lidou com a decisão. "Óbvio que eu tomei um susto absurdo, mas sei que quando a Fátima põe uma ideia na cabeça, não é algo fácil de mudar depois. E essa ideia entrou na cabeça e no coração da Fátima de tal maneira que o tempo foi passando e as menções ao projeto novo foram se tornando cada vez mais frequentes. E o projeto em si se tornando cada vez mais concreto, bonito e mais interessante", disse.

 

 

Ivone Lima / pontaldoaraguaianews.com